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Rolim de Moura - Rondônia
 
O que é o jejum intermitente e como ele pode prolongar a sua vida
16/05/2018 / 17:45

 Os maus hábitos de vida destroem o cérebro e, às vezes, de maneira irreversível.

 
Que este post sirva como um alerta!
 
Lembre-se de que estamos falando de um órgão complexo e sensível.
 
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O cérebro está ligado a várias funções do corpo, como:
 
- Batidas do coração
 
- Pressão sanguínea
 
- Equilíbrio hormonal
 
- Temperatura corporal
 
- Cognição
 
- Aprendizado
 
- Memória
 
- Emoções
 
Pessoas com vícios, por exemplo, podem desenvolver doenças degenerativas.
 
Para evitar tudo isso, fuja de alguns comportamentos agressivos à saúde, como:
 
1. Não tomar o café da manhã
 
Para quem não sabe, esta é a refeição mais importante, já que oferece a energia que precisamos para suportar a pressão do dia.
 
Durante as primeiras horas do dia nosso cérebro precisa de nutrientes para continuar “dirigindo” os processos fisiológicos.
 
Afinal de contas, nos submetemos a um logo jejum quando dormimos à noite.
 
 
Se não damos o que o cérebro necessita, ele utilizará as reservas e terá que fazer um esforço excessivo para manter seu bom funcionamento.
 
A ausência desta refeição pode ocasionar grande alteração, como: perda da concentração e memória, mau humor e baixo rendimento físico e intelectual.
 
Tome um café da manhã saudável e, se você tiver uma vida intensa no período matutino, ele também precisares substancioso.
 
2. Fumar
 
O terrível hábito de fumar reduz consideravelmente a massa encefálica.
 
E não é só isso.
 
Também reduz o fornecimento de oxigênio para o cérebro, sem falar que favorece a aparição de doenças neurodegenerativas, como o mal de Alzheimer.
 
O cigarro também causa câncer.
 
Se você tem esse vício, procure ajuda o mais rápido possível.
 
3. Consumo elevado de açúcar
 
Açúcar refinado, farinhas brancas, alimentos fritos e embutidos são verdadeiros venenos em nossa dieta.
 
Esses pseudoalimentos favorecem o desenvolvimento de tumores, enfraquecem o sistema imune, causam má nutrição e interferem no desenvolvimento neurológico.
 
4. Exposição constante a ambientes contaminados
 
O cérebro precisa de um constante fornecimento de oxigênio, mas diversas substâncias tóxicas podem impedir a troca de gases, o transporte e o processo de incorporação do oxigênio nas células.
 
Resultado: redução da eficiência cerebral.
 
5. Dormir pouco
 
Precisamos dormir oito horas por dia para que nosso cérebro descanse e renove as energias.
 
Caso contrário, aceleramos a morte das células cerebrais em curto prazo, ficamos mais cansados e com mau humor.
 
6. Comer em excesso
 
Ingerir alimentos que nosso corpo não necessita provoca o acúmulo de substâncias tóxicas.
 
A consequência disso é o endurecimento das artérias cerebrais e o mau funcionamento do cérebro.
 
7. Consumo de álcool
 
O álcool pode causar estragos em todos os órgãos, principalmente no sistema nervoso, no fígado e no coração.
 
Para você ter ideia, ele interfere nas reações químicas que ocorrem no cérebro, causando a morte de neurônios e reduzindo a velocidade de transmissão dos impulsos nervosos.
 
8. Reações violentas ou estresse prematuro
 
O estresse provoca múltiplas reações em nosso sistema nervoso, algumas delas causam uma redução na capacidade mental.
 
Além disso, o estresse aumenta o risco de sofrermos com derrames cerebrais e infartos.
 
9. Cobrir a cabeça enquanto dorme
 
Dormir com a cabeça coberta aumenta a concentração de gás carbônico e reduz a quantidade de oxigênio que deveríamos absorver.
 
Isso é muito prejudicial ao cérebro.
 
10. Abusar do uso de remédios
 
Certos medicamentos são péssimos para o cérebro.
 
Alguns deles:
 
- Analgésicos: heroína, morfina, codeína
 
- Pílulas para dormir: Ambien, Lunesta, Sonata
 
- Benzodiazepínicos Valium, Xanax, Ativan, Dalmane
 
- Antibióticos (quinolonas)
 
- Anti-histamínicos
 
- Medicamentos para hipertensão
 
- Betabloqueadores (especificamente aqueles utilizados para o glaucoma)
 
- Antipsicótico: Haldol, Mellaril
 
Se você consome uma dessas drogas, deve estar se perguntando o que pode fazer para evitar os problemas cognitivos.
 
Aconselhamos observar se o medicamento está causando algum tipo de efeito colateral em seu cérebro.
 
Caso isso realmente esteja acontecendo, procure seu médico e informe.
 
Peça-lhe a prescrição de outro medicamento.
 
11. Forçar o cérebro durante uma doença
 
Trabalhar muito ou estudar em excesso estando doente é péssimo.
 
Além de debilitar ainda o sistema imunológico, facilita a aparição das mais variadas doenças.
 
12. Falta de estímulos e exercícios mentais
 
Fazer nada o dia inteiro pode ser pior do que você imagina.
 
Procure ter conversas inteligentes, ler um livro ou fazer palavras-cruzadas para estimular o cérebro.
 
Isso aumenta a capacidade de aprendizado e a memória, assim como a velocidade de reação ante estímulos.
 
Os últimos conselhos que podemos dar são:
 
- Invista no consumo de frutas e vegetais, eles estimulam a atividade cerebral.
 
- Coma peixes ricos em ômega-3, pois é uma gordura que favorece a comunicação entre os neurônios.
 
- Tome três ou quatro xícaras de chá ou xícaras de café por dia; isso ajuda a memória em curto e longo prazo, além de reduzir o risco de sofrermos com Alzheimer e Parkinson.
 
- Realize exercícios físicos com regularidade
 
- Evite as drogas lícitas e ilícitas
 
- Durma o tempo necessário
 
- Tenha sempre pensamentos positivos
 
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
 
 
 
Fonte original: curapelanatureza 
 
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