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Rolim de Moura - Rondônia
 
Líder do app G1 Enem de Rondônia já tem bolsa do Prouni em administração, mas sonha com uma vaga em engenharia civil
16/07/2017 / 12:20

 O segundo semestre de 2017 guarda grandes mudanças na vida do estudante Wesley de Souza Andrade, de 22 anos. O jovem morador de Jaru (RO) está entrando para o terceiro semestre de administração, segue estudando para o Enem e... vai se casar no sábado (15). O rapaz vai trocar alianças com Regiane Alves, de 18 anos. Ela também deve prestar o exame em novembro, embora ainda não saiba qual curso quer fazer.

 
Wesley de Souza Andrade, 22, passou para administração, mas vai tentar o Enem para fazer engenharia civil (Foto: Arquivo pessoal)
 
"Atualmente eu ando com pouco tempo para me preparar para o Enem. Tive provas de fim de semestre, tem toda a correria do casamento... Mas já me inscrevi para a prova, espero conseguir passar para engenharia civil", comenta o noivo.


Na correria para se preparar para o exame de novembro, o estudante se apoia em aplicativos como o app G1 Enem. No estado de Rondônia, Wesley, que conheceu o jogo de perguntas e respostas em 2015, é o primeiro colocado do jogo. "Uso o app desde o 3º ano. Sempre assisto às videoaulas, aprendo bastante. Eu nunca havia pensado nisso de ficar em primeiro lugar, mas acho que está ótimo", comemora o rapaz. Ele terminou o ensino médio e conseguiu uma bolsa do Programa Universidade para Todos (Prouni) no curso de administração, mas seu sonho é ser engenheiro.


"Quando fiz o Enem pela primeira vez, foi para testar. Minha nota era suficiente para entrar na faculdade onde estudo, entrei para não perder tempo. Mas meu sonho é a engenharia civil."
O estudante diz que sua aptidão é para a área de exatas. "Gosto muito de matemática, e pelo que eu soube, o curso tem 90% de cálculo. Dizem que na segunda tentativa tem mais sorte, então estou confiante." Nas disciplinas da administração onde se aplica cálculo, Wesley se deu bem: tirou nota máxima em contabilidade básica e em matemática financeira.
Wesley sonha com uma vaga na Universidade Federal de Rondônia (Unir), mas não se recusaria a estudar em outra instituição. "Quero, no máximo, ir para Porto Velho. Em Jaru ainda não tem engenharia civil, e eu não gostaria de sair do estado. Mas onde eu passar, eu vou", garante o estudante. "Tenho que testar todas as possibilidades. Se não conseguir uma vaga pelo Sisu, tento pelo Prouni, ou pelo Fies... O primeiro que der, eu pego", afirma.

 
g1.globo.com/educacao
 
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